...com maestria alguém resolveu fazer diferente. E fez. Se importou num mar de cada vez mais bravas águas. De barcos sempre distantes do cais. De porto nunca seguro .De dias dificeis de se descansar. Ele se mostrou como era, sem se importar que não o vissem. Ele amou, sem cobrar que fosse amado. Não rejeitou. Não abandonou. Ele foi sendo.
Engraçado como perto dele o pardal pousava como que estivesse em casa. As conversas com os que o ouviam eram sempre compostas, e sorrisos surgiam do nada no rosto daqueles que já não sabiam como era a sensação. Ele era uma melodia bonita- impossível de escrever em partitura, pois quando se tentava fazer, as notas escapavam pelos dedos. Ele também era água fresca- fonte prestes a jorrar- que não precisava se decantar. Era puro.
Uma esperança sempre acompanhava seus gestos. Ele tinha conselhos...acalmava.
Não estávamos prontos pra Ele. Muitos não entenderam quem ele era...e até hj mtos não entedem. Só não podiam contar que ele era eterno....e que está por aí. Por aqui...em todos os lugares. É só chamar e convidá-lo pra entrar. Ele se importa.
by Telha.
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