domingo, 27 de novembro de 2011

Feel like I travel but I never arrive...

Thrive- Switchfoot


"Been fighting things that I can't see in
Like voices coming from the inside of me and
Like doing things I find hard to believe in
Am I myself or am I dreaming?

I've been awake for an hour or so
Checking for a pulse but I just don't know
Am I a man when I feel like a ghost?
The stranger in the mirror is wearing my clothes

No I'm not alright
I know that I'm not right
A steering wheel don't mean you can drive
A warm body don't mean I'm alive
No I'm not alright
I know that I'm not right
Feels like I travel but I never arrive
I want to thrive not just survive

I come alive when I hear you singing
But lately I haven't been hearing a thing and
I get the feeling that I'm in between
A machine and a man who only looks like me

I try and hide it and not let it show
But deep down inside me I just don't know
Am I a man when I feel like a hoax?
The stranger in the mirror is wearing my clothes

No I'm not alright
I know that I'm not right
A steering wheel don't mean you can drive
A warm body don't mean I'm alive
No I'm not alright
I know that I'm not right
Feels like I travel but I never arrive
I want to thrive not just survive

I'm always close but I'm never enough
I'm always in line but I'm never in love
I get so down but I won't give up
I get slowed down but I won't give up

Been fighting things that I can't see in
Like voices coming from the inside of me and
Like doing things I find hard to believe in
Am I myself or am I dreaming?

Am I myself or am I dreaming?
Am I myself or am I dreaming?
Thrive, thrive, thrive, thrive!

No I'm not alright
I know that I'm not right
A steering wheel don't mean you can drive
A warm body don't mean I'm alive
No I'm not alright
I know that I'm not right
Feel like I travel but I never arrive
I want to thrive not just survive
I want to thrive not just survive

Feel like I travel but I never arrive
I want to thrive not just survive
I want to thrive not just survive
I want to thrive not just survive
Feel like I travel but I never arrive
I want to thrive not just survive"

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Brisa. (é vivi)





Quase tudo o que há de mais leve:

"...que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós."- Manoel de Barros

Dispensa tecer qualquer observação que seja. Às vezes eu acordo pensando nessas palavras, e quando vejo, me manoei, rs! Venho me debruçando nessas despreocupações, e pensei que seria bom compartilhar.






segunda-feira, 7 de novembro de 2011

por uma questão



Inspirada a seguir, durante uma aula(aula de Tributário, com Prof. Pedro Barreto)...aí vai um post para recarregar as baterias, rs!).


"feche meu livro, se por agora, não tens motivo nenhum para pranto"...(ninguém é obrigado a ler desabafos).

Não que eu tenha ficado feliz, e muito menos que tudo tenha sido pacífico e resignado. Em princípio se instala uma dor de ver os sonhos outrora projetados se desmoronando um a um. Você se vê programando o futuro, o dia-a-dia, e até as palavras de gratidão por cada momento sofrido, achando que o sucesso esperado, seria a recompensa pelas horas abnegadas. E a isso tudo a palavra gratidão estaria perfeitamente empregada, como a cereja no topo do bolo.

Infelizmente, não foi bem assim que as coisas aconteceram. Foi meio decepcionante ver as paredes desmoronando a minha volta. Uma questão levou coisas que ainda não existiam, ou melhor- as pessoas nem usam mais "ou melhor", dane-se -, que só existiam dentro da minha cabeça, e no instante de contar e recontar a prova, eu só conseguia pensar que uma questão era tudo, era muito, era o fundamental para se dar mais um passo.

A sensação é a de ver um copo de vidro caindo no chão e se espatifando em um monte de pedacinhos. Você fica, logo depois, imaginando como teria sido se você não tivesse se descuidado tentando equilibrar o prato, o copo e o paninho. Que por causa daquela droga de mania que se tem de achar que vai conseguir equilibrar tudo, você deixou cair e agora...tem que comprar outro. Se for um copo de estimação do betty boop da sua irmã, então, ferrou-se...

Eu falei com alguns amigos, que essa situação me lembra aquela música " a vida sem freio/me leva/me arrasta/me cega/ no momento em que eu queria ver/ o segundo que antecede o beijo/ a palavra que destrói o amor/quando tudo ainda estava inteiro/ no instante que desmoronou"...é exatamente isso...a sensação que se tem quando uma mínima coisa influencia em coisas que consideramos enormes(quando, na realidade, talvez elas sejam do mesmo tamanho).

O problema é que vem alguém e diz que uma questão não é nada, não se prova nada com isso, e que você pode tentar outra vez, daqui a três meses, e só (o que não deixa de ser verdade). Contudo, passar por tudo outra vez, fazer tudo de novo, pensar tudo de novo, andar todo o percurso, é um tanto quanto desesperador, e no "outra vez" para alguém que se entedia com tamanha facilidade, não há alento!

Algumas pessoas diminuem, e dizem: "é só uma prova! Não sofra com isso. Há sofrimentos maiores do que esse. Você não entende nada dos sofrimentos da vida." Céus, não peço que leiam este blog! Se seguirmos sempre pensando no que existe de pior nos sofrimentos dos outros, sem vivermos os nossos próprios, que vida teremos? A dos outros, ou a nossa própria? Cada um tem seu próprio calvário. Sim, a gente passa a resignificar os nossos sofrimentos, quando olhamos para o lado, e aprendemos com os sofrimentos maiores(porque enxergamos danos maiores), concordo. Mas sem olharmos para dentro da gente, como chegar a qualquer conclusão que seja? Não antecipem as respostas, por favor.... pode parecer insensível, mas creiam, eu vejo sim os sofrimentos que não são só os meus (não fosse isso, eu não creria em Jesus, e isso não influenciaria a minha vida, nem determinaria meus passos).

Contudo, foi necessário sofrer por aquela questão. Com ela refleti. As pessoas se antecipam em consolar, mas ninguém sabe a vontade de Deus, então prefiro apenas um abraço dado de forma sincera, do que muitas palavras que não significam nada na hora em que está sentindo a tristeza. Entendo o amor e a preocupação precoce, mas eles sufocam às vezes.

Abaixo, se quiser continuar, compartilho o que aprendi com a coisa toda da "uma questão".

Eu aprendi que(não é auto-ajuda, nem receita de bolo. Só um desabafo, já que esse espaço é meu. Você nem precisa continuar lendo):

1- é necessário parar de agir como uma criancinha mimada, se esguelando por uma coisa que você não sabe se é o melhor, porque o futuro não é seu (nem meu). Um pai não dá uma bala para uma criança de 2 anos, porque sabe que ela não tem dentes para morder. A bala é gostosa, é doce...mas o que adianta morrer engasgado com ela? Ele dá no tempo certo, e isso pode demorar, mas vai ser bom. Deus dá as coisas que Ele sabe que a gente pode desfrutar. Ele é amor.

2- Ter em mente que prosseguir vai levar a algum lugar, e isso é melhor do que ficar parado.

3- que é necessário ter um fracasso em algum momento da vida

4-que nesses momentos a gente acaba tendo idéias que nunca teríamos em momentos normais

5-que querendo você ou não, o cara da cachaça passou sim, e você não. E nada do que você argumentar, vai mudar esse fato. E isso é lembrar que alguém chamado Salomão já tinha tido a brilhante constatação, que você não entendia muito bem, ou que você desprezava de certa forma: "os fortes nem sempre vencem a guerra, e os mais velozes nem sempre vencem a corrida". Não que eu me sinta veloz, ou forte...mas que o cara teve mais sorte do que inteligência, isso meu "animus invejandi" pode garantir, rs! Então, "parabéns para ele", e nada de desejar que ele morra engasgado com a bala, haha!

6- que Deus sabe o que está fazendo, e que por mais chocante que pareça o fato Dele não ter feito exatamente o que você quer que Ele faça, Ele não está parado sem trabalhar, você é que está paradão (inconsolável, chorando no seu sofá, lendo "os três mosqueteiros", rs!).

7- que quando você acha que seus planos estavam lindos, e minuciosamente arquitetados, sempre tem uma parede branca na frente, e nela pode começar a existir um desenho que você nunca havia imaginado que pudesse ser desenhado. E aí, você vê que sua imaginação é limitada, e que os planos estavam uma grande bosta. Afinal, como é que vai sair uma parada perfeita de alguém imperfeito? Vou dizer, repare mais na sua imperfeição, antes de se achar.

A hora é de lançar os alicerces(bases) para construir uma coisa boa. E perder, para algumas pessoas, faz parte do processo de lançar os alicerces.

8- ter consciência de que ter fé, ser grato e ter mais humildade no coração, faz de verdade você, e qualquer outra pessoa, muito mais feliz. Ah, mas só se isso for genuíno...porque se for para ter fé para ficar barganhando com Deus, ou ter aquela gratidão como quem diz "obrigada"quando ganha um par de meias da tia....esquece, isso não é gratidão, rs!

9- não duvidar de que se está indo para algum lugar.

10- quando você pensar que tudo se perdeu por uma mísera questão, pense em todo o processo, e o que se viu durante o caminho, porque eu ouvi coisas lindas, fiz amigos inesquecíveis, aprendi e aprofundei...e eu não sou mais a mesma pessoa, o que significa que seria ingratidão da minha parte dizer que eu perdi mais do que ganhei.

Bom, tem muitas outras coisas...mas você pode ler essas que foram as mais marcantes para mim.

um abraço,
Fê.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

silêncio


Poucas coisas são tão bonitas para mim quanto o silêncio. Assim, quando você está caminhando quieto, vem um pensamento e você começa a sentir o que é vivo, e que se está vivendo. Silêncio é como se do nada fosse aberta a possibilidade de notar com muita consciência que se está onde está. Dá para perceber as coisas com uma precisão absurda, que embora pareça dádiva, também se torna insuportável, porque na mesma proporção se pensa o oposto: o não existir mais. É estranho. É uma sensação de descolamento e vulnerabilidade no mundo, e das coisas, em separado, mas é bonito.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Manoel é um poeta sacana


Manoel é um poeta sacana. Parece que ele sempre está dizendo que tudo o que gastamos demasiadamente nossas forças é em vão, porque o que realmente importa são as coisas menores. E assim, eu fico um pouco constrangida, por pensar que as coisas simples precisam ser tratadas com mais compromisso, e que são poucos os que dão a elas o seu devido valor. O que eu senti de mais importante lendo Manoel é que ser chamado de inútil não é uma ofensa, é um elogio ( desde que se tenha compromisso! Afinal, "Repetir repetir - até ficar diferente.Repetir é um dom do estilo." E isso não é para qualquer um. É necessário ter muita disciplina para chegar ao ponto de enxergar que "formigas carregadeiras entram em casa bunda", e que "o esplendor da manhã não se abre com faca". É importante apurar os sentidos para essa coisa toda).

" Um homem catava pregos no chão.
Sempre os encontrava deitados de comprido,
ou de lado, ou de joelhos no chão.
Nunca de ponta.
Assim eles não furam mais – o homem pensava.
Eles não exercem mais a função de pregar.
São patrimônios inúteis da humanidade.
Ganharam o privilégio do abandono.
O homem passava o dia inteiro nessa função de catar pregos enferrujados.
Acho que essa tarefa lhe dava algum estado.
Estado de pessoas que se enfeitam a trapos.
Catar coisas inúteis garante a soberania do Ser.
Garante a soberania de Ser mais do que Ter. "

Manoel de Barros

domingo, 23 de outubro de 2011

Constitucionalidade do Exame de Ordem: em discussão.



Como nem tudo é poesia...

Eu sempre ouço, de quem está de fora da situação, dizer: "tem mesmo é que ter esse exame para distinguir os bons dos maus"! Nesse momento eu sempre dou aquela respirada profunda, e tento procurar alguma paciência dentro de mim. E não pensem que só estou criticando porque estou vivenciando esse momento. Mas, de fato, agora é bem oportuno tocar no assunto, muito embora essa questão já me incomodasse antes.

Primeiro, gostaria de dizer que eu concordo que exista um exame de Ordem, mas não pelo motivo acima exposto. Quem pensa que o Exame de Ordem, tal qual tem sido realizado é o "pulo do gato" para afastar os maus profissionais dos bons, está absurdamente enganado.

Eis as razões, sem o juridiquês, para que todos compreendam:

-as provas são muito mal elaboradas;

-o aluno precisa decorar matérias sem entender boa parte das coisas;

-tem se tornado cada vez mais necessário se adestrar para realizar o exame(e não me venha com o papo de que o aluno se preparou durante 5 anos, porque isso é mentira. Durante muitos períodos aprendi o direito de uma forma que não passa nem próximo ao que é cobrado no exame. Que fique claro, o que eu aprendi na faculdade não foi "como não cair na pegadinha que a banca da prova pode fazer", nem acho que isso seja aprender. Aprendi coisas sérias sobre as questões jurídicas, ou seja, não estou falando da minha faculdade, mas do Exame. Inclusive, o cúmulo seria se a Academia (e olha que eu nem sou a pessoa mais a favor desse papo de academicismo) deixasse de ensinar o que ensina para adotar os métodos do cursinho, só para que seu aluno passasse na OAB;

-alunos ruins que vão para um cursinho(sem saber coisas básicas), fazendo exatamente o que o aconselham, passam;

-para segunda fase, você não precisa ter necessariamente elaborado peças durante toda a sua faculdade, basta praticar durante horas por dia como realizar as peças principais de determinada área(geralmente se escolhe a que "tem menos peças"); etc, etc, etc...

Eu percebi que algo estava errado quando um professor no cursinho disse: "não precisa pensar muito; não precisa ser filósofo...filósofo não passa!"

Isso quer dizer que o perfil dos profissionais que entram no mercado de trabalho, nem sempre é aquele "idealizado" por quem (sem saber) acredita que o exame é um divisor de águas.

Como eu disse, não sou contra o exame desde que seja reelaborado, com compromisso e respeito pelos estudantes. É um absurdo que se pague R$ 200,00 , por uma prova enganadora, como a atual. Tenho amigos que passaram, e tenho outros que não passaram. Não considero que os que passaram sejam melhores que os que não passaram. Considero que a OAB está nos emburrecendo, com uma prova ruim e obscura, e toda vez que sento horas e horas para estudar(decorando legislação..é decorando, como se advogados nunca consultassem a lei) percebo que muitas coisas estão erradas.

Para quem não sabe, são realizados 3 exames de OAB por ano. A quantidade de cursinhos que sobrevivem as custas do exame são enormes, e a quantia arrecadada pela OAB por cada exame, eu prefiro nem comentar.

Por fim, aos amigos que estão nessa luta, desejo meus sinceros votos de sucesso, e também muita força nessa fase complicada. Dia 30/10/2011, é um dia importante, e que vocês consigam os 40 pontos(rs!) para a próxima fase.

Abaixo, uma reportagem do GLOBO, para quem está completamente por fora do assunto:

JORNAL GLOBO- 'O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello liberou nesta sexta-feira (14) para julgamento em plenário o processo em que o bacharel em direito João Antonio Volante contesta a necessidade de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para exercer a profissão de advogado.

Volante recorreu ao STF contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que julgou legítima a aplicação da prova pela OAB. A prova aplicada pela entidade é condição para que o bacharel em direito se torne advogado e atue na profissão.

Apesar de o caso estar pronto para ser analisado pelo plenário do STF, ainda não há data para o julgamento. A inclusão do processo na pauta do Supremo depende do presidente da Corte, ministro Cezar Peluso.

No processo, que tramita no STF há 2 anos, o bacharel em direito afirma que a exigência prévia de aprovação no exame é inconstitucional.

OAB
O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcanti, disse que a entidade tem "permissão constitucional" para aplicar o exame.

“A Ordem está acobertada pela permissão constitucional, e essa postura não é diferente em outros países do mundo. Não se está inovando no Brasil. O exame passou a ser necessidade social na medida em que há um número cada vez maior de faculades de direito e de alunos”, disse Cavalcante.

“A Ordem está acobertada pela permissão constitucional e essa postura não é diferente em outros países do mundo não se esta inovando no Brasil. O exame passou a ser necessidade social na medida em que há um número cada vez maior de faculdades de direito e de alunos”, disse Cavalcante.

De acordo com dados da OAB, atualmente funcionam no Brasil 1.174 faculdades de Direito com 651 mil alunos matriculados entre o 1º e o 5º ano do curso. Por ano, são formados todo o país cerca de 100 mil bacharéis na área, segundo a entidade.

“Considerando o afrouxamento das regras para criação de cursos, o exame é essencial e acaba fazendo as vezes da universidade de reprovar. Deixar para o mercado fazer essa seleção é extremamente perigoso. O exame é um instrumento de defesa da sociedade para receber serviços de qualidade em dois aspectos vitais: a liberdade e o patrimônio”, completou o presidente da OAB.

MP defende fim da exigência
O Ministério Público Federal defende o fim da exigência do exame da OAB. Em parecer enviado ao relator do processo, o subprocurador-geral da República Rodrigo Janot afirmou que a prova viola o princípio constitucional do direito ao trabalho e à liberdade de exercer uma profissão.

“Não contém a Constituição mandamento explícito ou implícito de que uma profissão liberal, exercida em caráter privado, por mais relevante que seja, esteja sujeita a regime de ingresso por qualquer espécie de concurso público”, afirmou Janot no parecer.

Para o representante do MPF, o exame da Ordem não garante que será feita a “seleção dos melhores advogados” e pode até ser entendido como reserva de mercado.

“O exame de ordem, visto sob esse ângulo, nada mais é do que um teste de qualificação profissional para o exercício da advocacia daqueles que já possuem um diploma atestando esta mesma qualificação.”'

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Roberto Benigni



Se você não tiver nada para fazer por aí, alugue "O Tigre e a Neve". Vale muito a pena. Há quem considere o Roberto Benigni apenas o ator principal de "A vida é bela". Para mim esse cara é um monstro. Se você está triste, ver um filme com ele faz você ficar bem, e faz você achar que pode tudo!

Com 15 matérias, OAB, monografia, e bláblá...parei para assistir, e o sentimento final foi: "valeu a pena!". Aliás, o Lucas é o grande responsável pela descoberta! Te amo, meu bem!

Um trechinho para vocês acompanharem: