sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

"E as coisas inúteis servem para poesia"

Estava arrumando algumas caixas no armário essa semana, e em uma delas, nomeada "Presentes", encontrei coisas engraçadas!

Encontrei cartinhas da época da escola que meus amigos me escreviam, e presentes engraçados, como um "vale-presente" escrito num guardanapo, um origami, uma flor pintada em madeira, um elefantinho de cerâmica, muito pequenininho....uma tampa de caneta verde muito mordida...um bracinho de um boneco que uma amiga desmembrou e deu uma parte pra cada amigo....rs! Ingressos de filmes, teatro, mais cartas, poesias! Aviãozinho de papel, barquinho de papel e uma quantidade infinitas de conversas de aula no colégio, da faculdade, cursos. O leitinho do Blur exposto na minha escravinha. Um vale wi-fi do Mc Donald's!!! Desenhos, muitos desenhos! "Eu sou a rainha das inutilidades", - pensei.

Mas não é verdade que as coisas úteis, depois que cumprem seu papel se vão? "E as coisas inúteis servem para poesia". Começo a reparar que sou a comprovação viva disso, rs!

Para os meus amigos extraordinários, que sempre deixaram suas marcas em presentes de desaniversários, lembretes afetuosos e que desejaram prolongar a companhia nessa vida bandida (rs!), eu quero dizer que vocês moram no meu coração, e sei reconhecer o momento de cada uma dessas aparentes "quinquilharias", como se estivesse vivendo hoje o momento.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sem vaidade


Sem vaidade- 
(crombie)
Ao dia que passa
esperança no amanhã
Aos livros ainda não lidos
desapego às coisas vãs
À falta do céu estrelado
Luzes sobre o mar da cidade
Ao coração apertado
alívio na eternidade
Às lindas cantigas cantadas
ouvidos agradecidos
Ao silêncio que sopra
vento com som de riso
Muitos sonhos por realizar
mas ainda temos pouca idade
Com a terra que sujou a calça
vivemos sem vaidade...

domingo, 20 de janeiro de 2013

direito= arrogância x simplicidade

Escolhi uma profissão meio soberba, pensei por esses dias. Tenho uma dificuldade absurda de dizer com leveza o que eu escolhi fazer da vida. Em parte pelo imaginário que as pessoas possuem de que uma pessoa que fez Direito é uma pessoa arrogante ou ruim. Em parte, porque no fundo no fundo eu entenda o que essas pessoas sentem quando ouvem que alguém é advogado. Em parte porque eu tenha passado 5 longos anos repudiando algumas pessoas com as quais eu só tenha passado algumas aulas, e quando digo repudiado, me refiro aos comportamentos estranhos e pedantes mesmo. Passei 5 anos me sentindo deslocada. Após minha colação de grau eu percebi que o Direito será minha carreira, de fato. Entendi que precisava me libertar desses desconfortos na alma.

Percebi que essa sensação ruim que as pessoas têm quando se trata da minha profissão é causada pela atitude de seus porta-vozes. É por conta da irresponsabilidade que tantos com os direitos de alguns. é por conta das famosas carteiradas, e por essas pessoas acharem que estão acima do bem e do mal. É por conta da maneira como agem, como falam, como entendem as coisas(e eu me pergunto se elas entendem alguma coisa).

É claro, o direito não é só feito de gente assim. Isso é o que me acalma! Existe gente que tem orgulho de ter estudado as leis durante 5 anos, sim. Mas sua motivação está no conhecer as regras do jogo para não deixar o coleguinha roubar e abusar das regras, inventando ou omitindo, escondendo uma carta. Está no fazer com que o coleguinha saia do jogo porque foi desonesto, porque não soube brincar. Quase um jogo de banco imobiliário. Um guardião, por assim dizer, do "agir" corretamente com os direito das pessoas. 

No dia da minha formatura, me emocionei quando, eu olhei para o lado, e para alguns lugares do salão, e vendo meus grandes amigos sendo chamados por seus nomes e pegando seus diplomas. Eu pensei que ali estavam indo pessoas responsáveis que assumiriam seus lugares, de verdade. Esses amigos, eu tenho certeza, são pessoas que vão devolver a sociedade aquilo que receberam gratuitamente como dons e talentos.

Eu continuo sentindo um pouco de dificuldade para admitir o que resolvi fazer da vida, rs! É que não combina muito comigo a parte "terninho e palavras inacessíveis"  do direito, que é a primeira coisa que as pessoas pensam. Mas no fundo, no fundo...eu sei que o direito é muito simples. Sei que é a profissão certa para mim. E eu me sinto contente de estar habilitada a manuseá-lo. Quando eu fico chateada por ver uma intolerância social, uma indiferença ou um desrespeito, eu entendo que estou no lugar certo. Sempre me senti impelida a lidar com essas coisas.

Uma pessoa me falou que vocação a gente descobre quando determinado sentimento volta várias vezes ao coração. Quando a gente tem a mesma atitude em situações diferentes, mas em vários momentos da vida. E o simples desejo de ver as regras e os princípios funcionando, sempre me moveram. Lembro que quando eu era criança me cortava o coração, por exemplo, ver passarinho preso na gaiola, rs! Era um sentimento simples sobre uma situação que alguns diriam boba. 

Mas esse mesmo sentimento volta, quando eu vejo casais se separando e os filhos ficando com um dos cônjuges por vingança pessoal, ou esposas voltando para seus esposos agressores; índios sendo retirado de suas terras para construção de gasodutos; idosos sendo abandonado por seus filhos; e esses mesmos filhos querendo ficar responsáveis por seus patrimônios; grávidas sendo demitidas de seus empregos sem justa causa; consumidores sendo enganados diariamente por um mercado desleal; pessoas sendo distratadas pela cor de sua pele, opção sexual, escolha religiosa, grau de instrução; imobiliárias vendendo imóveis cheios de dívidas de iptu, para pessoas que lutaram uma vida inteira para comprar sua casa própria; cobranças indevidas de bancos a pessoas que pagam suas contas em dia; operadoras de celular que não estão interessadas em resolver os problemas que elas mesmas causam a seus clientes; pessoas esperando horas e horas, para que o plano de saúde realize a liberação do convênio......

Enfim, esses são só alguns casos de injustiças que eu acredito que merecem a nossa intervenção. Que merecem levar um BASTA, que merecem pessoas com garra, amor, e argumentos que destruam seus ardilosos planos de ganhar uma causa sem ter o direito. Assim, acabei por descobrir minha vocação. É a sensação de uma briga mesmo...entre o direito e o direito. Entre os que de fato tem razão, e os espertos que não querem só assegurar seu direito a ampla defesa, mas querem  sair da arena ganhando alguma coisa(tenho nojo disso!). Não que eu goste de brigar, pelo contrário...mas ver ruindade faz com que eu vire uma leoa, rs! Um grau de inconformismo que me tira do sério, e que quando eu vejo, já estou lá discutindo, ainda que muito calma. 

E eu me sinto responsável, mais do que nunca, em levar a sério a minha profissão. Então, se você me perguntar, o que eu fiz durante esses 5 anos....você vai encontrar uma tímida resposta, porque faz parte da minha personalidade essa coisa de ser invisível, mas você vai encontrar também, um coração cheio de esperança e amor pela profissão escolhida.

=D

domingo, 6 de janeiro de 2013

pois é!

E esse fim de ano passou sem fortes resoluções! Eu só pensei que é bom viver a beleza dos dias, da poesia, e a paz que é maior. Cada dia, um dia. Por essa e tantas outras coisas ando enxergando o bom lado em muito cantos que eu nem olharia, e isso traz um encanto que eu já não experimentava fazia um certo tempo por conta do meu pensamento tão viciado e encaixado. Não é a toa que o Manoel- querido- de Barros, sempre está olhando para o chão achando coisas incríveis de maneira inusitada!

É bom viver assim....meio que acordado..meio que sonhando de vez em quando. Parece coisa de gente esquisita, mas é preciso pirar de vez em quando, e se enxergar um pouco livre do normal, serenando por aí em canções, em palavras, gestos e tal.

Vem 2013, com tudo o que é para ser vivido!



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

a real das coisas bonitas

Vamos lá...vamos lá...

Eu tenho alguns amigos  noivos, uns que querem muito se casar (e não digo de festa e oba oba...digo, de partilhar uma vida, os sonhos e os pesadelos)....amigos que enxergam sentido em toda essa doideira que chamamos de CASAMENTO, e amigos que querem viver isso com todos os seus prós e contras. Amigos que tem vivido tudo isso e nos inspirado a viver também. Dedico para cada um deles as futuras linhas, frases, palavras.

Por esses dias eu escrevia um e-mail pra uma amiga nossa, lá de Petrolina, e contava sobre como anda minha vida nesse tempo. (ha! Ju, quem mandou você perguntar?). Resultado: um longo e-mail, uma gigante reflexão, uns sustos, e no fim uma grande alegria.

Daí que resolvi compartilhar a frase mais corriqueira desse lado de cá nos últimos meses: não é fácil. Engraçado é que por conta disso eu percebi que tenho frases, que uso toda vez que estou sem assunto com alguém, toda vez que fica um silêncio desconfortável, toda vez que um assunto termina. Há algum tempo atrás era: "aiai, é a vida." Em outro " é, a vida é uma doideira mesmo"...e agora, não sei se pra minha alegria ou tristeza, a frase é: "não é fácil", que pode variar para "não tá fácil para ninguém" ou " e tem gente que pensa que é fácil".

Isso vem de algumas conversas que eu venho tendo com os meus pais. No café, nós temos o hábito de ficar conversando sobre coisas que temos visto e ouvido por aí. E no outro dia pensávamos que  é muito fácil as pessoas olharem as outras de longe, e acharem suas vidas perfeitas, sem participar daquilo e sem saber o que passam ou passaram pra transparecerem tamanha felicidade. O que é mais estranho é que hoje ao invés de vermos pessoas indignadas com isso, compartilhando as lutas, o trabalho, vemos adeptos do "vejam só como eu sou feliz e ponto", e muito menos o "sou feliz mesmo que...".Se a gente for pensar bem, "não tem vitória sem luta, sacrifício e esforço". Não tem felicidade pronta, viajada, embalada pra presente. E vou dizer mais, "não tá fácil pra ninguém".

Nesse contexto é que entra a questão do casamento. Sim, revistas de noivas trazem a melhor parte deles. Sim, as fotografias fazem com que pareçam  um sonho encantado, o momento mais mágico do mundo(e é!).  Canais de noiva (falo das comunidades, dos blogs e de toda a parafernália que segue) só tratam das questões mais superficiais.Mas....tirando o mundo dos exageros e aparências, vamos ao que interessa?

Viver um sonho requer sacrifícios. E não estou dizendo sacrifícios pequenos. Estou dizendo daquilo que é caro. E isso é mesmo importante. É um comprometimento de corpo e alma. Em qualquer sonho que seja! Passar num concurso? Ganhar o nobel? Ser miss universo? Qualquer coisa que se almeje como um sonho dourado está a altura do nosso envolvimento e comprometimento sincero.

Mais uma vez...não está fácil para ninguém.

Ainda não posso chegar a falar profundamente do casamento, mas nessa fase de noivado(que não é casamento!), eu tenho visto isso. Desde o que vou fazer no meu dia, o que vou comer (porque resolvi ser uma pessoa mais saudável- para que no que depender de mim- para eu ter uma vida mais longa), o que vou comprar(e aí vem o dilema do" não sei se caso ou se compro uma bicicleta", rs!), como vou lidar com meu tempo (porque eu preciso me dedicar ao concurso), que horas vou dormir e acordar (porque preciso me sentir bem e disposta para toda a maratona do meu dia-a-dia), etc...eu preciso estar pensando firmemente no Lucas, e o quanto eu quero estar perto dele daqui a 10 meses!

A única diferença que eu vejo no sonho de casar em relação aos outros sonhos, é que a gente tem uma pessoa que está fazendo, pensando e sonhando da mesma forma ao nosso lado. Isso conforta e acalma. Quando eu estou cansada e meio que me sentindo longe de alguns dos objetivos que se unem ao sonho do casamento, tenho alguém ao meu lado que me diz que vai dar certo. Quando eu me acho muito louca, muita jovem, e muito imatura, eu tenho uma pessoa que se soma comigo, e eu me sinto mais forte(e 2 é melhor do que um...digo 3, porque a isso Deus está com a gente desde o inicio). Quando eu estou cansada de não me aguentar e choro demais da conta por achar que sou muito pequena pra construir o caminho, eu tenho alguém que me lembra de que eu escolhi o Caminho, e que a gente precisa caminhar por Ele ao invés de ficar tentando desesperadamente dar conta de coisas que não são para eu me preocupar, que não são da minha responsabilidade.

Não acho isso romantismo. Acho que é viver cada pedacinho da realidade, mas vivendo boa parte de sua brutalidade, acompanhada de um escudo de amor e fé.

Acho sim, a gente tem que arregaçar as mangas e ir a luta. Assumir o lugar de sonhador...mas fazer a nossa parte...afinal, "viver é melhor que sonhar"...mas não quer dizer que a gente não possa viver um sonho.

Sou feliz, sim. Não vou mentir. Pra que esconder? Mas sou feliz não como nas fotos que as pessoas postam no Facebook, rs! Eu sou feliz, passando por lutas que às vezes parecem impossíveis de vencer. Eu sou feliz mesmo que eu tenha  perdido algumas dessas lutas, e me arrisco a dizer que sou feliz porque eu "perdi" algumas das batalhas. Eu sou feliz porque na dificuldade eu tenho Deus comigo, e porque nessa coisa toda de se preparar para um casamento eu tenho um amor que me faz enxergar mais longe; porque existe uma família querida nos amando tanto...e amigos lindos, que nos acrescentam palavras de apoio e de paz.

Alguns acham que se sentir  "feliz", no sentido de novela, no sentido de Facebook, é estar sempre rindo, contando piada, se divertindo...e eu me pergunto o que está acontecendo com o mundo. As pessoas acham que precisam se sentir bem o tempo inteiro, que tudo deve estar sorrindo a toda hora. O meu único questionamento pra essas pessoas, é: "o que é se sentir bem?", o que "é estar feliz?". (Quem é a romântica agora?rs!).

É claro, resguardado o respeito que eu tenho a forma como cada um vê o mundo e interage com ele.... só estou dando a minha humilde opinião! E essa opinião diz que: eu, Fernanda, não gostaria de viver num mundo desses (encarando o mundo desses como a Terra, realidade, o presente, o aqui e agora...pq eu sei que o que aguarda a gente é melhor, e é pra lá que eu quero ir um dia) , hahaha.

Isso me lembra aquele filme "Peixe Grande", quando o personagem principal chega num lugar perfeito, onde as pessoas estão sorridentes, onde a comida tem um gosto melhor, onde existe um verde lindo e nunca é frio demais ou quente demais... rs! O lugar se chama espectro.#fica a dica.

Enfim...a vida não está fácil para ninguém...

"Há que endurecer, mas sem jamais perder a ternura"
A vida é complicada mas não precisamos nos tornar brutos por causa dela.
Por isso........................

Viva os bem-casados e as minhas panelas fofinhas da tramontina!!!!!!!!! rs

bjs!

domingo, 4 de novembro de 2012

cais

(Dedico esse pequenino texto ao meu paizão, que está dentro do mar!)

O cais não seria das melhores palavras num certo tempo atrás para definir calmaria. Tudo que me remetesse a mar, barco ou navio, na verdade, me causava um certo desconforto- um cais repleto de barquinhos que flutuam em água cheia de mar.

Só que ultimamente, eu não sei porque, mas tenho me aproximado de toda imagem que envolve um cais com uma afinidade relativa- sim, relativa porque ainda não me resolvi tão bem com o cais, e também porque gosto muito dessa palavra. Ela abre um mundo de possibilidades, quando você não está certo de alguma coisa!

Acho que tem a ver com eu ter lido, esses dias, um pouco do Conde de Monte Cristo , e ver toda aquela figura do Dantes, meio marujo, meio homem do mar, e logo depois, meu pai ter me contado um pouco do seu dia-a-dia dentro de um navio bem grande, e suas viagens pelo mundo. Meu pai é um homem do mar. Lembro de uma vez, quando pequenininha ele chegar com uma barba bem grande, e de ele abrir a mala, tirando de dentro dela uma caixa de bombons para mim e para minha irmã. Minha mãe insistindo que ele fosse logo tomar banho e tirar aquela barba feia. Ele deixava, então, um bigode! - protesto!

O mar me perseguiu mais uma vez. Na mesma semana li uma parte do Evangelho que falava de Jesus acalmando uma tempestade, de dentro de um barquinho, onde os discipulos se encontravam bem temerosos. Chamavam por Ele, porque achavam que não podiam passar por ela sozinhos.

E aí, que choveu um bocado dia desses- em todos os sentidos, posso assim dizer-, e eu fiquei sentindo que Deus estava cuidando de mim e da minha familia. Não havia o que temer nem tremer.

E uma música de um querido amigo que sempre me tocava, passou a me tocar mais ainda:

"luar, claro lugar de cores raras
 de flores raras
 pra se deitar, se deleitar
 e esquecer outros lugares
 que há outros mares pra se navegar
 é Teu estar em mim
 que me faz assim

 como quem enfrentou temporais
 naufragou e bem longe do cais
 encontrou um porto seguro
 pra descansar em paz
 é Teu estar em mim
 que me faz assim."

Lembrei das águas de Nárnia, do cuidado de Deus, do meu pai e fui fisgada pelo mar, sem medo, só mar mesmo.


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Foco, fotos e vida.

Tenho andado brincando com a minha câmera direto. Todos os dias, tento trabalhar com o foco. Eu sei que parece muito chato isso, mas é que trabalhar o foco tem se tornado quase que uma batalha pessoal! Como sempre exagerando, eu sei!

Dia desses vendo que quanto mais eu aperfeiçoava o foco, mais compreensível meu objeto ficava, eu pensei: será esse o caminho das pedras para outras coisas? rs! Um doce para a Fernandinha! Ela merece! Palmas, fogos e algodão doce.

Eu não sei...de vez em quando uma foto fica bonita mesmo com o foco errado. Eu fico um pouco irritada quando percebo, mas paciência, não é verdade? Não há como ser acertivo sempre nas coisas todas da vida.

O problema: eu estou um pouco obcecada com essa coisa de foco na fotografia, na vida, nas conversas, em tudo, absolutamente. Minha busca por objetividade, definitivamente está me deixando louca! Eu acabo percebendo todo o resto, muito e o tempo inteiro. Fico dissecando a composição, os fatos da vida, as palavras que as pessoas estão usando. Tenho deixado de aproveitar todo o bom momento das coisas, e isso me deixa tão cansada!

Mas o foco, ainda é importante, mesmo que ele me deixe cansada. Depois, todo o bom trabalho por encontrá-lo, vai deixar a coisa tão bonita...

Ainda estou me decidindo sobre o que escolher fazer da vida nesse pós-faculdade. Cansada.